Fui admirador confesso do ex. Director Geral da Polícia Judiciária, quando este se encontrava no desempenho de tal cargo.
Agora que passou a ser político, os media, os ex-amigos, os inimigos, os que gostavam e os que o detestavam passaram a fazer-lhe um escrutínio cerrado, não lhe dando um palmo de descanso. Certo? Errado? O que é que isso interessa! O importante é ter sempre a consciência liberta de pesos, branquinha como o mais branco lençol. Se houver engulhos no percurso, quer sejam erros cometidos conscientemente ou não, o melhor é não enveredar pela carreira política.
Longe de mim julgar as atitudes e os procedimentos de Luís Neves. Não, isso fica para quem de direito. Mas a verdade é que já se levantaram muitos fantasmas no "antes" de Luís Neves. Tantos que bem estaria o dito cujo, se pusesse o seu lugar à disposição e deixasse, tranquilamente, que a verdade viesse ao de cima, como sempre acontece em tudo nas nossas vidas
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