24 dezembro 2025

É Natal...

Boas Festas para todo o Mundo...

Paz, alegria, harmonia, entreajuda, solidariedade, ternura, amor pelo outro, dádiva, compaixão...

Não teria fim se quiséssemos continuar a enumerar adjectivos que deveriam ser "alma mater", não só nesta época do ano, como em todas as outras ao longo de todos dias do ano. Como seria bom que déssemos as mãos e caminhássemos juntos para o mesmo lado, rumo ao bem comum!

Não passando de mera utopia, aproveitemos a quadra festiva para nela sermos um pouco melhores, um pouco mais humanos. E, já agora, Boas Festas para todos!

07 dezembro 2025

Mundo às avessas...

O representante de Trump, um multimilionário qualquer, dos muitos que fazem parte do seu elenco governativo, esteve no Kremlin à conversa, durante 5 horas, com Vladimir Putin.

Após tal reunião, já vieram a terreiro dizer o habitual: as conversações de paz para a paragem da guerra, declarada pela Rússia à Ucrânia, foram "frutuosas", mas não levam a Rússia a aceitar as condições propostas pelos Americanos (com apensos dos Europeus), pois Putin entende não estarem ainda satisfeitas todas as suas exigências. Que biltre é este homem, possuído por uma ganância, por uma ânsia de poder, por uma desmedida ambição, que o leva a "carregar" nas suas costas, larguíssimas centenas de milhar de vidas destroçadas, ceifadas sem nenhuma humanidade, sem nenhuma empatia para com a dor e o sofrimento alheios.

Trump, por seu lado, também não é grande espingarda nesta cruzada sem fim à vista, que é a cessação desta guerra maldita. Até quando e à custa de  quantas vidas mais, teremos este flagelo na frente dos nossos olhos?

Noutro Continente, a América do Sul, eis que a Venezuela está também a tornar-se palco para mais uma série de disparates, em que Trump de forma monárquica, absolutista, para não dizer intrusiva e quase ditatorial, impõe a um País soberano e independente como é a Venezuela (embora neste momento esteja subjugada a um verdugo de nome Nicolás Maduro), a sua vontade e se permita ameaçar de investida bélica a qualquer instante. No fundo, tão similar na postura e na actuação, com o seu compadre de devaneios chamado Putin.

Na Palestina, embora se tenha alvitrado um qualquer acordo de paz, a verdade é que continua a grassar a desgraça e não se vislumbra quem lhe ponha cobro.

Estamos mesmo num momento bem periclitante em que o amanhã é de uma enorme e gritante incerteza...