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30 outubro 2026

Espanha chora uma lágrima...

Aconteceu desgraça em Espanha.

A tragédia voltou a bater à porta de "nuestros hermanos" por via de um acidente ferroviário brutal perto de Toledo. Muitas vítimas fatais, muitos feridos, muitos desaparecidos, muita dor, muita vida destroçada pelo desaparecimento abrupto e brutal de tanta gente que tinha alguém à espera e que não vai voltar mais.

O terrível é que já em janeiro tinha havido um outro acidente ferroviário com quase cinco dezenas de mortos a lamentar. Está na hora de reinventar os caminhos-de-ferro espanhóis de forma a evitar a todo o transe, a repetição de tão funestos quanto terríveis acontecimentos.

A todos os que choram a perda dos seus entes queridos, aqui fica o nosso profundo lamento, a nossa mais sentida consternação.


17 julho 2020

Ó sr. Ministro, experimente!...

Pedro Nuno Santos, Ministro dos Transportes entre outras bagatelas, conseguiu dizer a uma estação de rádio que está a idealizar acabar com os limites de lotação nos transportes públicos(?!)... Mais adiantou que, não é possível transportar 2.000 pessoas num comboio na linha de Sintra, sendo que esse comboio tem cerca de 20 portas e, que, portanto, não se consegue o tão almejado, e desejado, distanciamento social entre os passageiros...

Claro que este cavalheiro não deixa de ter alguma razão no que toca à aritmética, mas não deixa de ser um rotundo incompetente, alguém com vistas curtas!

Se 2.000 pessoas, através das 20 portas de um comboio sobrelotam o tal comboio, então àquela hora de ponta, ponham-se a circular não um, mas dois, ou até, três comboios uns atrás dos outros, para assim se resolver um problema de Saúde Pública. 

O exemplo deve vir de cima, não é verdade?, então propomos que o senhor Ministro viaje durante uma semana para a Assembleia da República num comboio como aquele em que ele diz que não é possível (e a culpa é de quem?) fazer distanciamento entre os passageiros. Vá lá, experimente uma semanita, dê folga ao motorista e ao carro de Estado que todos nós pagamos e que lhe permite falar daquela forma, aparentemente, tão assertiva mas vazia de lucidez. Vá lá, experimente sr. Ministro!