21 abril 2026

Papa Francisco, sempre!...

Passa hoje um ano em que Francisco partiu para a Casa do Pai Celeste, regressou aos jardins do Èden, do Paraíso Divino no reino dos Céus.

Perdemos uma luz, um farol, um guia espiritual inigualável. Perdemos alguém que ficará sempre nos nossos corações.

Senhor de uma bondade extrema, de uma humildade como não há igual, foi um verdadeiro arquitecto espiritual na construção de pontes que unissem as mais variadas religiões, as mais diversas raças, os seres mais distintos entre si, a quem tratou de umna forma unívoca, justa e sem diferenças.

Será sempre o grande pastor de almas, de almas espalhadas um pouco por todos os quatro cantos do mundo a quem amou, a quem respeitou, a  quem tratou sempre como um todo. Ficou famosa a sua expressão nas Jornadas Mundiais da Juventude, celebradas em Lisboa, a quem pediu aos cerca de um milhão e meio de presentes provindos de todo o lado: Oremos, demos as mãos, sejamos de todos, irmãos, de Todos, Todos, Todos!


12 abril 2026

Olá, por onde andas?

Já lá vão algumas luas. Já passaram tantos pôr do Sol...

O Tempo, essa máquina trituradora dos nossos dias, semanas, meses e anos, lá vai fazendo o seu percurso irreversível: sempre para a frente, sempre em constante movimento, qual rajada de vento, rodopiando e fugindo de nós.

Independentemente, do tempo que já passou, quero dizer-te que, nem por isso, me esqueci da tua imagem, do teu olhar, da tua forma de ser e estar. Tu continuas a habitar em mim e, deixa-me dizer-te cá muito em segredo: ainda bem que é assim!

Vamos fazendo a caminhada. Em dimensões diferentes, eu sei, mas descansa, um dia destes voltaremos a estar juntos. Até lá, deixo-te o meu beijo carinhoso e cheio de saúdade.

05 abril 2026

Trump endoidou de vez

Donald Trump fez mais um ultimato. Aliás, aquela mente entorpecida e meio aloucada vai de ultimato em ultimato e já ninguém lhe dá crédito, já ninhuém confia, já todo o mundo zomba e  ri de escárnio daquele que deveria ser um pêndulo, um baluarte, um esteio no relacionamento internacional pela via do diálogo, da concordância, da elegância diplomática visando chegar a soluções concertadas, de entendimento e não este desaforo malcriado, autoritário, prepotente, ditatorial em que tudo quer impôr, em que se quer alcandorar ao senhor opmnipotente e omnipresente de todo o Mundo.

Já entrou na decadente e tresloucada forma de insultar a torto e a direito tudo e todos, desde os seus aliados de quase 80 anos até aos seu inimigo Iraniano de momento, a quem tratou com uma fraseologia imprópria de alguém que quer ser, supostamente, senhor do Mundo, com termos que nos recusamos a traduzir neste espaço, tal a descompensação mental e intelectual deste cavalheiro. 

Está no hora de os Americanos, povo que me habituei a ver ao longo da vida como um dos mais poderosos e democráticos do Mundo da Era Moderna, darem um safanão nos destinos do seu País e porem este cavalheiro fora da tomada de decisões que estão a conduzir o destino do seu Povo e de muitos outros Povos do Mundo para uma encruzilhada sem saída. Oxalá. o façam depressa!