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05 outubro 2026

Jesus e Proença: dois frouxos!

O País, quer o da bola, quer o restante, tem estado num alvoroço por causa do tão malfadado e monstruoso ego do Sr. Cristiano Ronaldo. 

O homem sentiu-se vilipendiado por ser tratado como mais um de entre tantos outros naquele grupo de 25 jogadores escolhidos por Jorge Jesus, e vai daí, zás, não esteve com mais aquelas e zarpou do estágio da Seleção que se encontrava a menos de meio do percurso delineado nesta fase da Liga das Nações, mandou vir o seu jacto privado e deixou tudo e todos para trás  numa demonstração da mais pura insensatez, de alguém que se borrifa para regras, disciplina e normas de conduta, de respeito para consigo próprio e para com todos os outros à sua volta.

Passaram-se alguns dias; Portugal venceu todos os jogos desta primeira fase de 4, e o selecionador e presidente da Federação Portuguesa de Futebol vieram a terreiro dar "explicações" sobre algo que não tem qualquer explicação. É um acto de má educação, de mau companheirismo (sendo ele capitão de equipa), de má postura ética e moral, é um acto de um ser cheio de si mesmo, arrogante, prepotente, grave e sem qualquer qualificação. É um acto de um, humanamente, desqualificado!

Já aqui ficou dito em post anterior que não está em causa o muito que ele ganhou, o muito que ele contribuiu para projectar o nome do nosso país além-fronteiras. Não! Isso não está em causa! O que se questiona é este reabrir de porta sem que haja uma forte penalização pela má conduta tida e se ouça um Jesus a dizer: "O Cris, se estiver bem, regressa quando quiser..." e um Pedro Proença a dizer banalidades e a deixar subentendido que há que voltar a conversar... E, então, um acto de contrição, um pedido de desculpas formal a todos para quem ele se borrifou não é sequer equacionável?

Cresçam! Tornem-se adultos e ajam em conformidade, senão a malta que somos nós todos vai perder a vontade de voltar a ver os vossos rostos nas televisões deste país!!!

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21 agosto 2021

Biden com o inferno aos ombros...

Afeganistão...

Por estes dias vivem-se dias absolutamente dramáticos por aquelas paragens...

Os talibãs tomaram de assalto o País e a sua capital Kabul em apenas 10 dias. Sómente 10 dias, tal foi o abandono, o desertar de todas as posições que eram controladas por Norte Americamos, Ingleses e Alemães. Foram-se dali. Deixaram ao abandono populações inteiras que, de um momento para o outro, se viram dominadas, invadidas, perseguidas, caçadas porta a porta, como se de ratazanas se tratasse. Pobre destino o dos Afegãos que já só querem é fugir, saír dali, rumar a qualquer País, não importa qual.

Grande derrota a dos Americanos que, 20 anos após a sua chegada àqueles territórios, dali saem com o rabo entre as pernas, vergados ao peso de uma derrota colossal. Mais uma!...

Joe Biden terá um resto de vida povoado de pesadelos bem negros que lhe ensombrarão, o que lhe restar do seu percurso presidencial.

16 novembro 2010

Criança sofre!...

Há uma criança transtornada!
O menino tem 6 anos, é filho de Mãe toxicodependente e de Pai, perdido algures nos meandros da vida.
Está na 1ª. classe - agora diz-se 1º. ano - e chega todos os dias à escola sozinho. Ninguém o traz; nem pais, nem avós, nem uma vizinha, sequer. Não vem de carro, de transporte público, nada... Vem a pé, quer chova ou faça Sol e diz-se à boca pequena, que as quelhas e vielas por onde transita, estão cheias de problemas, de vícios, de violências mil...
Na escola é espelho fiel do que tem em casa. É uma criança complicada, difícil, agitada, embora tenha assomos, fogachos de ternura.
É criança que precisa de meiguice, de atenção, de cuidados extra. Necessita de apoio psicológico, da compreensão e do saber de quem foi preparado para tal desempenho.
O triste, o incompreensível, o inaudito é que nesta Escola, a profissional capaz de prodigalizar todo o apoio de que esta (e outras) crianças carecem, está de baixa, está de licença de parto e não há ninguém que a substitua, o agrupamento escolar não contrata um outro alguém.
Fizeram-se novas escolas, actualizou-se algum do parque escolar, deitando abaixo e levantando novas paredes. É evidente, que há que criar infra-estructuras de raiz capazes de facultar melhor qualidade para se estar, para se ter aulas, mas, lamentavelmente, a Escola não é só paredes: é Gente, são professores, são psicólogos, são auxiliares de educação...